A MATEMÁTICA E A COPA DO MUNDO
Matemática
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estima que o custo de construção e remodelação dos estádios custará mais de R$ 1,9 bilhão. Além das construções e reformas de estádios, haverá ainda mais alguns milhões gastos em infra-estrutura básica para deixar o país pronto para sediar o evento.
Estudo encomendado pelo Ministério do Esporte em 2010 revela que os impactos
econômicos potenciais resultantes da realização da Copa de 2014 podem chegar a R$ 183,2
bilhões, dos quais R$ 47,5 bilhões (26%) se referem aos impactos diretos, enquanto R$ 135,7 bilhões são resultados dos impactos indiretos.
Os benefícios econômicos diretos da Copa do Mundo estão concentrados em cinco
áreas: em infraestrutura, os investimentos foram estimados em R$ 33 bilhões; o setor de turismo deverá gerar R$ 9,4 bilhões - R$ 3,9 bilhões oriundos de turistas estrangeiros, estimados em 600 mil e R$ 5,5 bilhões, de turistas nacionais (3.100 mil); a geração de empregos foi estimada em 710 mil - 330 mil postos permanentes e 380 mil temporários; o aumento do consumo das famílias foi calculado em R$ 5 bilhões e a arrecadação de tributos, em R$ 16,8 bilhões.
Entre as atividades beneficiadas pelo evento, o setor da Construção Civil gerará R$ 8,14 bilhões2 a mais no período 2010-2014. Estimou-se, em 2010, um gasto de R$ 144,6 bilhões no setor.
No que diz respeito às cidades-sede, há muita expectativa em torno da preparação dos
municípios para a Copa. O principal questionamento é se estarão totalmente de acordo com as exigências da Fifa no que se refere à infraestrutura de estádios, mobilidade urbana, hotelaria e segurança. Isso porque, delas dependerá o sucesso da Copa do Mundo de 2014 e seu legado, não só do ponto de vista do evento, mas também das condições turísticas regionais.
A Copa do mundo contará com 12 cidades-sede, distribuídas entre as cinco regiões do
país, com diferenças significativas em termos geográficos, de infraestrutura, de capacidade e adequação de estádios. Já estão previstos mais de R$ 17 bilhões em investimentos, dos quais R$ 14,4 bilhões serão destinados para a área de mobilidade urbana e R$ 5,7 bilhões para os
estádios1. A estrutura necessária para a realização da Copa do Mundo é extensa, compreendendo não apenas os estádios, que devem se adequar às especificações da Fifa, como também a base de tecnologia da informação em cada cidade-sede e os centros de mídia. Além disso, há diversos aspectos de infraestrutura local que devem atender a certos padrões para que o evento seja viável, como complexos hoteleiros e acessos a diversos meios de transporte que comportem o intenso movimento associado à Copa.
A tabela a seguir mostra os investimentos previstos nas cidades que serão sede da copa de 2014.
No Grafico a seguir vemos o destino destes investimentos.
Estudo encomendado pelo Ministério do Esporte em 2010 revela que os impactos
econômicos potenciais resultantes da realização da Copa de 2014 podem chegar a R$ 183,2
bilhões, dos quais R$ 47,5 bilhões (26%) se referem aos impactos diretos, enquanto R$ 135,7 bilhões são resultados dos impactos indiretos.
Os benefícios econômicos diretos da Copa do Mundo estão concentrados em cinco
áreas: em infraestrutura, os investimentos foram estimados em R$ 33 bilhões; o setor de turismo deverá gerar R$ 9,4 bilhões - R$ 3,9 bilhões oriundos de turistas estrangeiros, estimados em 600 mil e R$ 5,5 bilhões, de turistas nacionais (3.100 mil); a geração de empregos foi estimada em 710 mil - 330 mil postos permanentes e 380 mil temporários; o aumento do consumo das famílias foi calculado em R$ 5 bilhões e a arrecadação de tributos, em R$ 16,8 bilhões.
Entre as atividades beneficiadas pelo evento, o setor da Construção Civil gerará R$ 8,14 bilhões2 a mais no período 2010-2014. Estimou-se, em 2010, um gasto de R$ 144,6 bilhões no setor.
No que diz respeito às cidades-sede, há muita expectativa em torno da preparação dos
municípios para a Copa. O principal questionamento é se estarão totalmente de acordo com as exigências da Fifa no que se refere à infraestrutura de estádios, mobilidade urbana, hotelaria e segurança. Isso porque, delas dependerá o sucesso da Copa do Mundo de 2014 e seu legado, não só do ponto de vista do evento, mas também das condições turísticas regionais.
A Copa do mundo contará com 12 cidades-sede, distribuídas entre as cinco regiões do
país, com diferenças significativas em termos geográficos, de infraestrutura, de capacidade e adequação de estádios. Já estão previstos mais de R$ 17 bilhões em investimentos, dos quais R$ 14,4 bilhões serão destinados para a área de mobilidade urbana e R$ 5,7 bilhões para os
estádios1. A estrutura necessária para a realização da Copa do Mundo é extensa, compreendendo não apenas os estádios, que devem se adequar às especificações da Fifa, como também a base de tecnologia da informação em cada cidade-sede e os centros de mídia. Além disso, há diversos aspectos de infraestrutura local que devem atender a certos padrões para que o evento seja viável, como complexos hoteleiros e acessos a diversos meios de transporte que comportem o intenso movimento associado à Copa.
A tabela a seguir mostra os investimentos previstos nas cidades que serão sede da copa de 2014.
No Grafico a seguir vemos o destino destes investimentos.


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